Busca
 
 

Fale conosco! fale conosco!

Calendário



« DESTAQUES »

Formatura do CBM/2023

NOTA DE REPÚDIO

Carta ao PARNASO

CURSOS

As Descidas Vertiginosas do Dedo de Deus (2a Edição)

Carta Aberta aos Montanhistas do Rio de Janeiro e à Sociedade

Diretoria e Corpo de Guias

Equipamento individual básico

Recomendações aos Novos Sócios

2ª Carta Aberta aos Montanhistas do Rio de Janeiro e à Sociedade



Quinta-feira, 23 de maio de 2024

Você está em: BoletinsBoletim n°11 - Dez. 2006
Boletim n°11 - Dez. 2006
Biblioteca Daniel Alvarenga‹‹ anterior 
|
 próxima ››Unicerj no Parque Nacional do Itatiaia

Paredão Unidade Latino-Americana

Leo

Desde o dia 12 de agosto de 2006, o Morro das Antas tem uma via de escalada. Trata-se do Paredão Unidade Latino-Americana, via de 980 metros de extensão, que demandou 22 investidas durante mais de dois anos de dedicação a toda prova.

Falar sobre essa conquista, a primeira via de escalada no Morro das Antas, conquista esta que tanto nos orgulha, é voltar ao passado. É relembrar as memoráveis excursões que fizemos ao Paredão Mário Arnaud, na montanha vizinha, o Morro dos Cabritos, ambas no Vale dos Frades, em Teresópolis. Nessas excursões sempre podíamos ver ao nosso lado direito, uma montanha ainda maior, cortada por uma fenda incrível, com centenas de metros, por onde passaria nossa futura e sonhada via. Mas para chegar lá não seria nada fácil. E isso fez com que esse projeto ficasse adormecido.

O tempo, essa matéria-prima que nos foi dada, foi passando e a tão sonhada conquista continuava como um projeto. Foi aí que surgiu uma reportagem numa revista especializada em escaladas que já nem existe mais (Headwall – Escalada & Aventura, nº 9, maio de 2004). Nessa reportagem aparecia uma foto do Morro das Antas, visto do Paredão Mário Arnaud, com a seguinte legenda: Montanha vizinha ao Morro dos Cabritos, na Serra dos Frades, sem vias de escalada. Lembro-me que mostrei a revista ao Cela. Ele se entusiasmou. Convidamos o Mocellin e marcamos a primeira investida para o dia 22 de maio de 2004.

Nossa animação era grande, talvez grande até demais, como pôde ser vista no peso de nossas mochilas. Pesavam uma enormidade, com todo o tipo de material que poderíamos levar para uma conquista: cordas, grampos, marretas, friends, fitas, “milhares” de mosquetões....isso tudo para nem chegarmos na base! A abertura da trilha que daria acesso à base consumiu todo o tempo disponível nesse dia. Foi um árduo trabalho. O cansaço imperava e a nossa única motivação era uma brincadeira que fizemos, imaginando uma recompensa, merecida mas impublicável, quando chegássemos no cume. Com essa dose extra de motivação conseguimos chegar num belo riacho, após um bosque, onde nos refrescamos com a água límpida que lá corria, além logicamente de nos reabastecermos. Mas o tempo foi passando e nada de chegarmos na possível base, onde pretendíamos alcançar um grande diedro, na parte de baixo da montanha. Voltamos.

Foi somente na segunda investida que conseguimos chegar na base e qual foi nossa surpresa ao vermos que aquele diedro começava justamente na base. Nem um centímetro acima! Só que nem tudo eram flores, quer dizer, tudo era espinhos! Como nós estávamos em uma região agreste, a vegetação espinhosa cobria uma boa parte do trajeto. E nessas primeiras investidas, todas foram feitas por ali, comigo na frente, guiando e conquistando e nossos outros companheiros jumareando logo em seguida. E tudo isso com milhares de espinhos ao redor, grudando e arranhando a gente, realmente não era fácil. Uma verdadeira provação...

E assim as investidas foram se sucedendo. Numa descobrimos que não havia apenas um diedro, mas dois! E que somados, davam por volta de 190 metros de escalada. Quando terminamos de vencer o primeiro diedro, começamos a conquista de uma via de descida diretíssima para evitar ter que descer pelos lances diagonais. Essa via de descida acabaria incluindo também o segundo diedro e sua conquista seria concluída somente em 8 de outubro de 2005. A denominamos Descida Simón Bolívar em homenagem ao venezuelano que lutou, com bravura, pela independência e unidade latino-americana.

Mais pessoas foram participando da conquista e fomos avançando. Borges, Osiris, Mário Arnaud, Rafael Wojcik... até que chegamos na tão sonhada chaminé que leva ao paredão final.

Na 6a. investida avançamos pela chaminé até chegar num belo platô, que apelidamos de platô da árvore. Enfim, pensávamos ter encontrado um bom local de bivaque. Não era nenhuma maravilha, mas se colocássemos alguns parafusos na pedra, daria para duas pessoas dormirem em redes e uma terceira no chão. Conforto zero, mas que nos permitiria descansar um pouco.

Descritas aqui, todas estas investidas parecem ótimas e divertidas, mas, na prática, demandaram o máximo de nossos esforços, fazendo com que chegássemos de volta ao carro completamente estropiados. Era cada vez mais difícil subir montanha acima, jumareando carregando mochilas que pareciam levar chumbo, para que se fizesse uma investida de apenas um dia. A necessidade de se bivacar na parede, para que as investidas pudessem render, era latente e inadiável. Mas se já era difícil subirmos centenas de metros jumareando, carregando apenas material para um dia de montanha, imaginem subir com uma mochila cargueira, daquelas bem “calibradas” que costumamos levar em travessias. Seria algo sobre-humano.

Para solucionar esse problema que estava diante de nós, uma opção se mostrava interessante: uma variante que saísse do riacho e nos levasse até o que convencionamos chamar de platô intermediário, que fica um pouco antes do início da grande chaminé.

Essa opção de subida era aparentemente viável após a análise de algumas fotos tiradas a partir do Morro dos Cabritos e da própria caminhada. Cela sugeriu duas opções para essa variante e coube ao Borges escolher o trajeto que acabou se transformando na Variante Inti-Illimani. Mas antes disso, precisávamos de um período de tempo bom, já quase impossível no início de dezembro de 2004.

Na investida seguinte, feita já em abril do ano seguinte, valendo pela ETGE/2005, fizemos duas frentes. Cela guiou uma parte dos alunos pela via propriamente dita, a fim de executar melhoramentos na mesma, enquanto eu subi, com Santa Cruz e Favre para viabilizar a variante. Apesar de todas as dificuldades, que eram imensas, conseguimos abrir uma outra frente de “batalha” nessa “guerra” que era a conquista do Morro das Antas e, a partir de então, passaríamos a usar a Variante Inti-Illimani para chegarmos ao platô intermediário, evitando as centenas de metros de jumareadas.

Marcamos o nosso primeiro bivaque na montanha, num fim de semana de junho de 2005, no auge da temporada. Dessa vez, toda a subida do material não seria feita mais pela via, e sim pela variante, o que nos pouparia uma energia enorme. Mas, mesmo assim, a tarefa não era fácil. Subir aquele costão, com mochilas cargueiras, entupidas com todo o tipo de material, desde cordas e friends até macarrão e água era complicado, bem complicado. O cansaço era enorme, mas a obstinação que tínhamos em prosseguir esta conquista era o combustível que precisávamos para terminá-la. Afinal, se chegamos até a chaminé, o filé mignon da via, não era o cansaço que nos faria desitir.

No primeiro dia desta investida conseguimos conquistar, através do Cela, apenas um lance a partir do platô da árvore. Mas um belo lance por sinal. Precisávamos ainda preparar o nosso primeiro bivaque, colocando os parafusos necessários para a as redes de dormir. Tudo transcorria como planejado, até sermos acordados, no meio da noite, por trovões. A partir daí, ninguém mais conseguiu pregar os olhos, torcendo para que a tempestade não chegasse até nós. Mas não demos sorte. A tempestade chegou, com força, fazendo com que ficássemos completamente indefesos dentro daquela chaminé, que nada mais era que uma grande canaleta de águas pluviais. Com água quase no joelho e segurando nossas coisas para não ir montanha abaixo, torcíamos para que não fôssemos atingidos por raios, que caíam em volta da montanha. E torcíamos também para que o nível de água não aumentesse ainda mais. A água que caía e nos cercava dava a nítida impressão que estávamos dentro de uma máquina de lavar roupa.

Por sorte nossa, a tempestade passou. Não nos aconteceu nada além do susto, felizmente. É bem verdade que estávamos completamente molhados. Não havia nenhuma parte do nosso corpo seca, mas em compensação havíamos sobrevivido a uma demonstração de força de algo muito mais forte que nós. Mas restava agora resolver o que fazer. Continuar a investida no dia seguinte estava completamente fora de cogitação. Desceríamos. Mas quando? Logo após a tempestade, que passou por volta de 1:00 hora da madrugada ou esperar o dia clarear? A primeira hipótese era tentadora, já que todos queríamos sair daquele inferno congelante, pois estávamos completamente ensopados e o vento que soprava nos fazia bater os queixos num rítmo frenético. Mas rapelar 600 metros montanha abaixo, de noite, completamente molhados, fazendo com que o peso do equipamento ficasse ainda maior, era muito perigoso. Ainda mais porque a descida a partir do platô da árvore é bem complicada, lembrando um pouco a Via Silvio Mendes, no Pico Maior de Friburgo.

A outra opção era esperar o amanhecer. Mas o frio era de lascar. Iria ser uma provação ter que esperar, mas se ficássemos juntos, agarrados uns aos outros, literalmente, poderíamos nos aquecer minimamente até que o sol raiasse. Isso se ele fosse aparecer durante o dia. Mas contávamos com isso – uma aposta.

Optamos então pela segunda opção. Nos amontoamos no platô e agora só restava esperar o tempo passar. Quer dizer, se arrastar, já que ninguém, naquelas condições, conseguiu pregar os olhos.

No fim, tudo acabou dando certo. O sol apareceu timidamente e conseguimos descer com segurança, porém exaustos. Essa situação nos faz refletir como somos insignificantes perante a Natureza e também nos faz dar muito valor as coisas simples da vida, como um banho de sol e descansar numa cama confortável, bem agasalhado.

Mesmo depois dessa experiência, outros bivaques aconteceram e, dessa vez, sob a luz das estrelas, num céu completamente limpo! E não mais no platô da árvore, e sim no platô intermediário. Não era um bivaque dos sonhos, mas dava pra descansar. Apesar de ficar 180 metros abaixo do platô da árvore, havíamos chegado a conclusão, na própria pele, que lá era perigoso por causa de uma eventual tempestade. Além do mais, não teríamos o desgaste de jumarear toda essa extensão, no meio de uma fenda, com mochilas cargueiras extremamente pesadas.

A essa altura do compeonato, passamos a contar com valorosa participação do Bonolo, que se integrou decisivamente na equipe de conquistadores após voltar de um período em Salvador.

As investidas foram se sucedendo, assim como os bivaques. Com isso, o rendimento aumentou e fomos conseguindo avançar metros preciosos. Bivacar na montanha deixou de ser obrigatório quando conseguimos, numa investida de um dia, chegar às 06:30 horas no platô intermediário, subindo boa parte à noite. A partir de então, a maioria das investidas foram realizadas em apenas um dia.

À medida que a conquista avançava, a empolgação aumentava também. E essa empolgação ficou ainda maior quando conseguimos, certa vez, reunir 8 participantes, sendo que sete Guias mais o nosso amigo Edilso, do Espírito Santo, que dispensa comentários. Brincávamos dizendo que, com um time desses, terminaríamos a conquista nesse dia, avançando até o cume. Só que esquecemos de combinar com o clima...a chuvinha miúda que caía insistentemente desde nossa saída de Miraflores, foi minando as expectativas de todos. Todos não, vale dizer. O Santa Cruz, com seu famoso otimismo sempre dizia durante a subida que iria melhorar. “Vai melhorar, pessoal!” E nada da chuva parar. Ele repetia isso como se fosse um mantra. Até que a chuva apertou, piorando de vez nossa situação. Assim, o Bonolo, com seu humor característico, disparou: “É Osvaldo, você tem razão. Vai melhorar mesmo, porque piorar não pode!” Todos riram de nossa própria “desgraça”. Concluímos que não havia a mínima hipótese de conquistar um centímetro que fosse, mas aproveitamos para regrampear a via e, com isso, aumentar sua segurança. Essa foi uma das várias vezes que nos dispomos a ir a montanha e voltamos sem ter avançado nada na conquista. Seja de forma deliberada por nós, reabrindo a trilha ou fazendo qualquer tipo de melhoramento necessário, seja de maneira forçada, principalmente devido ao clima.

O tempo foi passando, o ano de 2005 chegava ao seu fim e ainda tentamos mais algumas investidas em dezembro, mas o clima não estava propício. Assim passou o verão de 2006 e nada de investidas.

Somente em abril resolvemos programar novas investidas. Mesmo assim tivemos dificuldades devido ao mau tempo. O desânimo era inevitável. Brinquei com o pessoal dizendo que estávamos provando que a montanha era impossível de ser escalada e que até sairia no jornal: “Montanhistas Amadores, Solidários, Ecológicos e Não-Competitivos afirmam que o Morro das Antas é impossível de se escalar”. Sugeri que da próxima vez levássemos alguns chórtens, daqueles que os sherpas usam no Himalaia para agradar aos deuses, a fim de obtermos bons fluidos. Colocaríamos presos num bambu para que, assim que ventasse, nossas orações pudessem ser espalhadas pela montanha e assim fazer com que conseguíssemos uma investida sem chuva...

E isso só foi acontecer, em meados de junho, quando decidimos realizar mais um bivaque na montanha. O tempo era promissor e a equipe escalada para esta investida era de respeito. Com isso, dividimos o grupo de modo que apenas três montanhistas ficariam para o bivaque no platô intermediário e o restante ficaria dando apoio logístico. Onze pessoas que dedicaram o seu tempo naquele fim de semana em prol dessa conquista. Isso mostra o tamanho dos nossos esforços em concluir essa gigantesca escalada.

Nessa ocasião, conseguimos avançar aproximadamente 60 metros. O tempo estava maravilhoso, finalmente bivacamos sem problemas. O céu à noite estava estupidamente estrelado. Não era um bivaque cinco estrelas, mas como disse o Santa: “É um bivaque de um milhão de estrelas!”

Percebemos que o fim da via estava próximo e isso nos motivou a fazermos uma exploração para redescobrirmos a trilha original do Morro das Antas. No dia 2 de julho de 2006 conseguimos atingir o cume desta montanha pela caminhada, reabrindo a antiga trilha em uma excursão formada por Buarque, Bonolo, Gabriela e Santa Cruz. Na ocasião foi instalada uma urna com o livro de cume, preservando uma antiga tradição. O fato de recuperarmos esta trilha, que por muitos anos ficou abandonada e esquecida pelos montanhistas fluminenses, nos ajudaria muito após a conclusão da conquista, quando viéssemos a retirar as cordas fixas e fazer as regrampeações necessárias. 

Logo em seguida, foi feita mais uma investida, de um dia, em que chegamos a acreditar que dava para chegar ao cume. Ledo engano... mesmo acordando as 2:30 horas, entrando na trilha as 4:00 horas, chegando no último lance conquistado por volta das 9:00 horas da manhã e conquistando o dia todo, não deu pra concluírmos. Mas faltava pouco, muito pouco. Sentíamos isso...

E assim chega o dia 12 de agosto de 2006, dia que ficará gravado pra sempre na história do nosso Clube. O dia da tão esperada conquista. Passados exatos 812 dias desde daquela tentativa frustrada de chegarmos na base do que seria o futuro Par. Unidade Latino-Americana, chegamos ao cume, dessa vez pela tão sonhada escalada. Nossa equipe era formada por mim, Santa Cruz, Rodrigo, François e Osiris. Era a terceira ou quarta vez que dizíamos que concluiríamos a conquista. E dessa vez acertamos! Mas para isso, como não poderia deixar de ser, tivemos que mais uma vez dedicar todas as nossas energias para conseguirmos nosso objetivo. Com isso, fomos num ritmo excelente pelo mesmo caminho das investidas anteriores, isto é, subindo pela Variante Inti-Illimani, chegando, eu e o Rodrigo, as 9:00 horas da manhã no último lance conquistado. Aí pude constatar o quanto nossos companheiros Bonolo, Rodrigo e Buarque brilharam na investida anterior. Fomos prosseguindo conquistando, até que em determinado momento verificamos que a inclinação da montanha melhorava muito e que as perspectivas de terminarmos eram excelentes. Continuamos subindo até que, finalmente, concluímos a escalada. Nosso sonho, depois de muito esforço e dedicação havia se tornado realidade! Comemoramos muito e logo em seguida, caímos num sono profundo...

Fomos acordados pelo Santa Cruz que chegou em seguida, radiante, e logo todos os participantes desta excursão estavam reunidos no cume. Comemoramos bastante e pensamos em todos aqueles que ajudaram a tornar essa conquista possível. Em quantas noites mal dormidas. Em quantas idas as montanha frustradas. Em quanto calor, frio, cansaço, fome, medo passamos nos aventurando em desafiar essa montanha gigantesca. Mas também relembrando os momentos únicos passados nela. As alegrias, as brincadeiras... quantas gargalhadas demos nesses mais de dois anos subindo e descendo insistentemente esta montanha.

Lembramos também dos 26 dias que dedicamos a esta conquista, durante as 22 investidas realizadas e nos 30 companheiros unicerjenses que se dedicaram, de uma forma ou de outra, para que obtivéssemos o êxito colhido nesse luminoso dia 12 de agosto.

E no final de tudo isso, fica a lição de humildade que nós homens devemos ter perante a montanha e por tudo o que lá passamos. Ainda mais uma montanha como esta. E, além disso, fica a lição mais importante. Que um objetivo, por mais difícil que seja, é possível sim de ser atingido, bastando para isso dedicação, muita dedicação. Parabéns a todos nós que, com muito entusiasmo e união, conseguimos atingir o nosso objetivo, que era conquistar a primeira via de escalada do Morro das Antas, o Paredão Unidade Latino-Americana. 


Relação de participantes nas investidas, regrampeações e aferições

1ª investida: 22/05/2004
Leo, Cela e Guilherme Mocellin

2ª investida: 10/06/2004
Leo, Fabio, Guilherme Mocellin e Guilherme Sant’Anna

3ª investida: 02/10/2004
Leo, Cela, Osiris e Guilherme Mocellin

4ª investida: 06/11/2004
Leo, Borges, Cela, Osiris e Guilherme Mocellin

5ª investida: 14/11/2004
Leo, Mario Arnaud e Rafael Wojcik

6ª investida: 04/12/2004
Leo, Cela e Osiris

7ª investida: 10/04/2005
Leo, Cela, Santa Cruz, Favre, François, Osíris e Sergio d’Oliveira

8ª investida: 18 e 19/06/2005
Leo, Cela e Osiris

9ª investida: 30 e 31/07/2005
Leo, Bonolo, Favre e Clair Pessanha

10ª investida: 10 e 11/09/2005
Leo, Cela, Santa Cruz, Bonolo, François e Thiago

11ª investida: 24 e 25/09/2005
Leo, Santa Cruz, Godinho, Osiris e Rafael Albuquerque

12ª investida: 08/10/2005
Leo, François, Santa Cruz, Rodrigo e Rafael Albuquerque

13ª investida: 30/10/2005
Leo, Borges, Cela, Santa Cruz, Bonolo, Godinho, Willy e Edilso Debarba

14ª investida: 20/11/2005
Leo, Bonolo e Guilherme Mocellin

15ª investida: 23/04/2006
Santa Cruz, Rodrigo e Priscila Muniz

16ª investida: 29/04/2006
Bonolo, Buarque, Gabriela Huamán e Mauricio Lozovey

17ª investida: 30/04/2006
Bonolo, Buarque, Jeferson Soares e Mauricio Lozovey

18ª investida: 06/05/2006
Leo, Santa Cruz, François e Thiago

19ª investida: 15 e 16/06/2006
Leo, Bonolo, Santa Cruz, Osiris, Rodrigo, Cela, Filipe, Thiago, Buarque, Marina Iguatemy e Gabriela Huamán

20ª investida: 18/06/2006
Buarque, Santa Cruz, Lucia, Gabriela Huamán, Marina Iguatemy e Natan Carvalho

21ª investida: 16/07/2006
Bonolo, Buarque, Rodrigo, Santa Cruz, Willy, Gabriela Huamán, Natan Carvalho, Marina Iguatemy e Priscila Muniz

22ª investida: 12/08/2006
DATA DA CONQUISTA
Leo, Osiris, Santa Cruz, Rodrigo e François

1ª regrampeação: 26/08/2006
Santa Cruz, François, Célia Caldas, Eduardo Terra e Rafael Albuquerque

2ª regrampeação: 08/10/2006
Buarque, François, Leo, Osiris, Santa Cruz, André Kaercher, Carlos Henrique, Eduardo Terra, Marina Iguatemy, Natan Carvalho, Rafael Albuquerque e Well Omura

3ª regrampeação: 28/10/2006
Bonolo, Santa Cruz e João Leite

4ª regrampeação: 11/11/2006
Leo, Bonolo, Cela, Godinho, Santa Cruz, André Kaercher e João Leite

1ª aferição: 19/11/2006
Santa Cruz, François, Fabio, Celia Caldas, André Kaercher e João Leite

2ª aferição: 26/11/2006
Santa Cruz, Fabio, Bonolo, Buarque, Gabriela Huamán, André Kaercher e João Leite

3ª aferição: 10/12/2006
Santa Cruz, Osiris, André Kaercher e João Leite


Biblioteca Daniel Alvarenga‹‹ anterior 
|
 próxima ››Unicerj no Parque Nacional do Itatiaia

Versão para impressão: